<p>Todas as estações de TV do país são operadas pela Islamic Republic of Iran Broadcasting (IRIB), e quase todos os jornais são conservadores ou linha-dura. Assim, a única narrativa que os iranianos ouvem da mídia oficial é a narrativa do governo. </p><p>Nesta narrativa, o Irã está infligindo danos significativos aos seus inimigos na guerra atual e em breve será vitorioso. E em relação aos protestos do início de 2026, a posição do governo é que protestos pacíficos legítimos foram sequestrados por agentes do Mossad (inteligência de Israel) e transformados em “guerra urbana”, onde Alcorões foram queimados e mesquitas incendiadas. Seus relatórios limitam o número de mortes a cerca de 3.000. Eles afirmam que os relatórios de dezenas de milhares de vítimas são estatísticas falsas divulgadas pelos inimigos do Irã para justificar a intervenção militar. </p><p>A narrativa do governo sempre foi ameaçadora para os convertidos cristãos. As igrejas domésticas são apresentadas como um grupo desviante e subversivo cuja lealdade reside no Ocidente. Esta narrativa é extremamente perigosa. A mídia oficial já chama erroneamente os cristãos das igrejas domésticas de “sionistas”. Há uma grave possibilidade de que os cristãos possam ser executados como inimigos do estado. </p>
A credibilidade da narrativa oficial a desmoronar.
Proteção de cristãos e outras minorias.
