Iran’s rulers: still our duty to pray

“Exorto, pois, antes de tudo, que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada.” (1 Timóteo 2:1-2)  

No rescaldo dos massacres de janeiro de 2026, e com o governo do Irão a continuar a infligir sofrimento no país e no estrangeiro, é difícil ler estas palavras. A Escritura pede-nos que oremos por Mojtaba Khamenei — que substituiu o seu falecido pai, Ali Khamenei, como Líder Supremo do Irão — e por outros na estrutura de poder do Irão.   

Este é um governo que ordenou a repressão violenta na qual até 40.000 pessoas foram assassinadas, e inúmeras outras feridas e presas. Um governo que oprimiu o seu povo durante 47 anos. Ajuda a lembrar que, quando Paulo escreveu estas palavras, o governante em Roma era Nero, cujo nome estava encharcado no sangue de muitos.  

E é importante recordar o propósito da oração: para que possamos ter uma vida tranquila e sossegada. Oramos não porque estes líderes sejam justos, nem porque devam ficar impunes, nem porque Deus não os removerá se assim o escolher, mas porque a anarquia desencadeará ainda mais sofrimento sobre o povo do Irão.  

Entre as nossas orações por estes governantes deve estar esta: que se arrependam do mal que infligiram a outros e que sejam levados à justiça. 

Prayer Points
Que o Irão seja agraciado com governantes justos.
Justiça e responsabilização para os líderes responsáveis por atrocidades.
Que os iranianos possam em breve desfrutar de uma vida tranquila.